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Lisboa

Vale da Capucha Arinto Branco 2013

75cl

15,35€ (Preços aproximados)

Ficha técnica

Tipo De Vinho: Vinho branco
Safra: 2013 Outras safras
Denominação:Lisboa (Portugal)
Adega: Vale da Capucha
Volume: 75cl
Alérgenos: Contém Sulfites
Teor Alcoólico : 14%
Vale da Capucha é o produtor do Vale da Capucha Arinto Branco 2013 , um vinhos branco de Lisboa com o melhor da vindima de 2013 e com 14º de graduação alcoólica. Segundo os utilizadores da Drinks&Co, este branco merece uma classificação de 4 pontos em 5.

Elaboração de Vale da Capucha Arinto Branco 2013

Vale da Capucha Arinto Branco 2013

NOTAS DE PROVA DE Vale da Capucha Arinto Branco 2013:

  • Visão: amarelo, cor dourada.
  • Olfato: fresco e aromas minerais.
  • Paladar: seco, apertado, muito longa e boa persistência, giz, salgado e cítrico toque seco.

DESIGNAÇÃO DE ORIGEM: Lisboa.

VINHEDO: Vale da Capucha

UVAS: Arinto.

PREPARAÇÃO: preparado de acordo com os métodos de agricultura biológica.

VINHO EMPARELHAMENTO: peixes, frutos do mar, carnes magras e queijos de cabra.

TEMPERATURA: 8-10 °C

ÁLCOOL: 14%

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Opiniões de Vale da Capucha Arinto Branco 2013

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2 opiniões de clientes
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A sua pontuação de Vale da Capucha Arinto Branco 2013:Avaliar Vale da Capucha Arinto Branco 2013:

4 /5

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Opiniões de outros vintages de Vale da Capucha Arinto Branco 20132017

4/5

O Vale da Capucha pertencente há várias gerações à família Marques, fica situada no Turcifal, na zona de Torres Vedras, a 8 km do mar, as vinhas tem solos argilo-calcários com grande quantidade de fosseis, a zona tem um clima húmido, com temperaturas amenas, propícias aos vinhos brancos e a tintos delicados e frescos. É hoje liderado por Pedro Marques, que em 2009 transformou sua paixão em um projeto de vida. A sua família sempre produziu vinho, mas sempre se concentrou mais na quantidade do que na qualidade. Com a chegada de Pedro, as coisas mudam, substitui as vinhas velhas por castas brancas de outras áreas de Portugal, como o Visionho e Gouveio do Douro, Antão Vaz do Alentejo, Alvarinho do Vinho Verde e até o Viognier da França. Nas castas tintas optou pela Touriga Nacional, Tinta Roriz, Castelão e Syrah.
Em Junho de 2015, completa definitivamente a conversão das vinhas para Modo de Produção Biológico pela SATIVA. A fermentação é feita por leveduras naturais e os sulfitos são usados em doses mínimas. O máximo esforço humano é aplicado na vinha, para se intervir o mínimo na adega. Resultam assim vinhos puros, elementares, que expressam um local e que provam a aptidão da costa atlântica de Lisboa para vinhos de "terroir".
 
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